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Sustentabilidade
Carta da Sustentabilidade
Uma conhecida carta, supostamente escrita pelo Chefe Seattle, de uma tribo indígena nos Estados Unidos, em 1854, como resposta ao presidente Franklin Pierce, que queria comprar as terras dos índios, diz em determinado trecho: "O que acontecer com a terra, acontecerá com os filhos e filhas da terra. O Homem não teceu a teia da vida, ele é dela apenas um fio. O que ele fizer para a teia estará fazendo a si mesmo".
A afirmação fornece bem a medida do que ocorre atualmente no mundo e que tem levado cientistas, governos, empresas, organizações não-governamentais e cidadãos de vários países a refletir. A humanidade atingiu um impressionante estágio de desenvolvimento econômico, científico e tecnológico, mas esse progresso, além de não atingir todos os continentes e povos da mesma maneira, não foi acompanhado pela mesma evolução nas áreas social e ambiental. E, mais do que isso, o planeta tem pago um alto preço por esse desenvolvimento.
A reflexão suscitada pelo trecho da carta também ajuda a entender por que a Samarco compartilha da crença de que o desenvolvimento sustentável - entendido como o compromisso em satisfazer as necessidades do presente sem comprometer as oportunidades das gerações futuras de atenderem às próprias necessidades - é a alternativa mais viável para as organizações responsáveis, que apostam na sua longevidade no mercado e na criação de valor para os acionistas e para a sociedade.
Tendo em vista o reforço a esse compromisso, presente desde o início de suas operações, há 30 anos, a Samarco elencou o desenvolvimento sustentável como um dos objetivos do seu Mapa Estratégico. Trabalhar nessa direção significa buscar o equilíbrio entre as dimensões econômica, ambiental e social do seu negócio, o que pode ser demonstrado com a otimização, cada vez maior, do uso dos recursos naturais, com a gestão dos impactos socioambientais das suas atividades e do relacionamento com as suas partes interessadas. Significa, ainda, incorporar o princípio do desenvolvimento sustentável à sua estrutura de governança, levando-o sempre em consideração na tomada de decisões.
Especialmente em 2006 foram registrados avanços nessa direção, com a revisão do Código de Conduta Samarco, entregue aos empregados e a outros parceiros e com a adesão ao Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção. A empresa deu seqüência a ações permanentes de prestação de contas sobre seu desempenho econômico, ambiental e social por meio da divulgação do Relatório Anual e de reuniões nas comunidades das quais faz parte; com a obtenção de resultados expressivos em saúde e segurança nas suas operações e nos canteiros de obras do Projeto Terceira Pelotização e com o incremento do Programa Comunidade Cidadã, que marca o início de uma nova forma de atuação da Samarco na área de responsabilidade social empresarial.
O programa prevê a articulação de redes intersetoriais, reunindo empresa, poder público e comunidade, para a promoção do desenvolvimento local, com foco na educação, na preparação para o trabalho e na geração de renda. Dessa forma, cada uma das partes, seguindo suas competências e potencial, oferece a sua parcela de contribuição para um projeto coletivo, que beneficia a todos.
Movida por esse espírito de colaboração e reconhecendo na sustentabilidade o fruto do seu amadurecimento nestes 30 anos, a Samarco espera que a lista de ações que contribuirão para o desenvolvimento sustentável seja ampliada, com o compromisso e a participação de cada um.
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